O Moia assistiu à última Assembleia da Junta de Freguesia do Olival desta legislatura, no dia 24 de Setembro, com o recorde de assistência, agora fixo em 5 pessoas.
Começou com a necessidade do Presidente da Mesa explicar à assistência o funcionamento das formalidades protocolares da Assembleia.
O presidente, na pessoa do Sr. Carlos Justo, vai desempenhando sua função de forma serena, no papel de representante de todos os Olivalenses, que lhe assenta perfeitamente.
Os pontos em agenda vão criando o reboliço espectável, com um elemento da oposição a ler uma missiva que pretende transcrita em acta, referenciando o debate Moia “Olival e os Candidatos”e a falta de presença dos representantes do Psd, para nosso espanto e resposta pronta de Sr. José Maria de que não havia sido convidado.
Outro elemento da mesma força política lançou-se em força, pressionando o Presidente da Junta sobre algumas questões, nomeadamente o busto do Bispo; a verba disponibilizada pela Junta e na sua opinião a falta de dignidade da cerimónia em causa.
O candidato em oposição questionou o Sr. Presidente da Junta sobre o Centro de Saúde e a situação do Médico que remeteu para o Director do Agrupamento dos Centros de Saúde da Zona e avançando que no dia 29 de Setembro (ontem) as coisas iriam ser clarificadas nem que mobilizasse a população para uma manifestação.
O Moia que apenas pretendia assistir, acabou por achar necessário intervir, esperando pacientemente pela sua oportunidade depois de algumas pessoas exporem também os seus casos.
Na sua intervenção, Pedro Oliveira, deixou claro que o Moia foi o primeiro a publicitar a data do debate e que por questão de lisura seria sempre o segundo a mudar a data, em relação ao convite ao Sr. Presidente não faria sentido sendo o debate uma iniciativa de pré-campanha do Moia e o actual detentor do poder local, ser interveniente no mesmo processo.
Abordou também a questão das verbas disponibilizadas para o Busto e para a Capela da Conceição, frisando a discrepância dos montantes e a importância dos monumentos.
E terminou com o tema do Centro de Saúde, acusando o Sr. Presidente de inércia e reiterou que a pressão sobre a hierarquia dos centro de saúde deve ser constante e a população deve ser mantida informada para em qualquer momento ser mobilizada ( o que ainda não aconteceu, sinal de problema resolvido ou confirmação da inércia).
Voltando aos trabalhos em agenda, discutiu-se a venda de um terreno, com a oposição a pôr em questão a aproximação das eleições para este tipo de tomada de decisões.
Com alguns elementos a deixarem mensagens de despedida, fechou assim o ciclo de Assembleias de Freguesia desta Legislatura, bem mais activa que anteriores, facto confirmado pelos mesmos.
Voltaremos com o Moia mais interventivo nestas Assembleias, assim esperamos.
CONTRANINGUÉM. SIM, PELO OLIVAL.